
Quando uma estrela massiva de 8 a 30 vezes a massa do Sol chega nos estágios finais de sua vida, ela expande virando uma super gigante vermelha. Ela então acaba explodindo em uma supernova. No meio resta um núcleo estelar. Segundo o limite de Chandrasekhar, se o que resta dessa explosão for acima de 1.4 vezes a massa do Sol, pode dar origem a uma estrela de nêutrons ou a um buraco negro.
Quando esse núcleo estelar tem entre 1.5 e 1.4 e 3 vezes a massa do Sol, ele dá origem a uma estrela de nêutrons. Se for mais de 3 vezes, a um buraco negro.
Tanto a estrela de nêutrons quanto o buraco negro são classificados na Astrofisica como objetos compactos.

Por exemplo, essa estrela é muito pequena, possuindo quilômetros ou dezenas de quilômetros de diâmetro, porém, tem 3 ou 1.5 vezes a massa do Sol. Imagine dois sóis compactados num diâmetro de, por exemplo, 20 km. Muita massa em um espaço muito pequeno não é? Por isso esses objetos são absurdamente densos! Ou seja, podemos dizer que elas são as menores e mais a densas estrelas observadas no universo.
Sua estrutura é difícil de ser definida. Acredita-se que ela é formada por um super flúido, ou uma “sopa” composta apenas de nêutrons. É muito difícil identificar sua estrutura porque ela emite pouquíssima radiação na parte visível do espectro de luz; emite mais no raio-x. Ou seja, difícil de encontrar e de observar
Fontes:
• https://imagine.gsfc.nasa.gov/science/objects/neutron_stars1.html
